Sempre ouvi dizer, que a liberdade de uns, acaba quando começa a dos outros. Os Senhores do Metro de Lisboa, não pensam assim. Não. Até há uns tempos, entendia-lhes as razões. Agora, 300.000 greves depois, já não os entendo. Cortes, todos tivemos, e nem todos podemos fazer greve. É um direito, mas não acessível a todos.
Neste momento, acho-os uns mimados. Porque até não ganham nada mal. Porque até tem regalias que a maioria não tem e estão mal habituados. Pior, é que quem amarga o pepino, são sempre os mesmos. A minha pergunta é.
Se estão mal, porque não mudam?
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