quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Ai as greves dos mimados....

Sempre ouvi dizer, que a liberdade de uns, acaba quando começa a dos outros. Os Senhores do Metro de Lisboa, não pensam assim. Não. Até há uns tempos, entendia-lhes as razões. Agora, 300.000 greves depois, já não os entendo. Cortes, todos tivemos, e nem todos podemos fazer greve. É um direito, mas não acessível a todos.
Neste momento, acho-os uns mimados. Porque até não ganham nada mal. Porque até tem regalias que a maioria não tem e estão mal habituados. Pior, é que quem amarga o pepino, são sempre os mesmos. A minha pergunta é.
Se estão mal, porque não mudam?

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Triste

Ao ouvir esta chuvada lá fora, só me ocorre pensar, nos que dormem nas ruas. Pessoas e animais.

A vida sem café....

Eu e o café temos uma relação muito intensa. Não pode faltar por cá. Pelo menos dois cafés por dia, tem de ser.
Pena que o meu homem me tenha comprado umas cápsulas Dolce Gusto, quando tenho mesmo é a Nespresso.

sábado, 20 de setembro de 2014

Amei!

Acabei de comprar umas galochas. Apaixonei-me, assim que as minhas pestanas bateram nelas. Parecem-se muito com umas da Gucci, mas como a minha carteira não chega para tanto, contentei-me com estas lindonas. 49.90€
E como são confortáveis!!
Daqui

Oi?

A Caganita informou-me que é casada.
Medo

Esta coisa das praxes....

Acho que as praxes estão cada vez mais estúpidas. Olho para aquilo, e não vejo espírito académico nenhum. Apenas e só, humilhação e brincadeiras de muito mau gosto. Bela forma de dar as boas vindas ao mundo Universitário.
Mas o que me mete confusão, é os miúdos se sujeitarem àquela barbaridade. Onde está a personalidade e saber dizer não?
Terão assim tanto receio de ficarem mal vistos? Por acaso, acho isto preocupante. Até pode ser que o aceitem, para entrarem na brincadeira e tal. Mas eu acho que há ali aquela coisa irritante do "quererem ser aceites". Terem de se sujeitar para serem fixes.
Que se lixe o ser fixe!
Vale muito mais uma personalidade forte e ser conhecido por saber dizer não.
Há que fazer a diferença não?

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Não entendo.

Há um fenómeno que eu acho deveras estranho.
Havendo lugares livres no metro, as pessoas que entram, vêm sempre sentar-se ao meu lado.
Ficamos tipo sardinha em lata sem haver necessidade nenhuma.
Eu não uso AXE, daí não entender este fenómeno.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

óh pá

Eu a querer despachar-me, e a Caganita a querer dançar comigo ao som dos AC/DC.

Entendem?

Eu sou daquelas que coloca o despertador a tocar 10 minutos mais cedo que a hora habitual. O meu homem não entende. Eu sim.
Acredito que existam mais como eu por aí.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Rádio

A Caganita não gosta de ouvir rádio no carro. À excepção da Rádio Amália.
Medo.

Porreiro

Dizem que o mau tempo vai durar até Domingo. Ou seja, a sensação de cabelo esfregão de aço, de porco espinho, leoa enfurecida, de ter apanhado um choque eléctrico veio para ficar.
Que bom

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Dia de cão.

Hoje foi um dia chato. Um dia mau.
Saí, a Caganita dormia. Cheguei, a Caganita roncava.
Nem um abracinho apertado, um beijinho, um miminho, nada.
Estou de mau humor.
Foi um dia de cão. Neste caso, cadela.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As folgas são boas....

A caganita acabou de me fazer um cocó nas cuecas deixou há umas semanas as fraldas.
Tenho ou não, um dia de folga perfeito?

Hoje.

Hoje, é um daqueles dias, em que olho para o meu cabelo e me lembro de um esfregão de aço.
Cristo....

A folga

Hoje é dia de folga. Dia de folga significa, pôr a máquina a lavar, aspirar, arrumar a roupa que a santa da sogra passou, limpar o WC do gato, que o excelentíssimo, gosta da coisa arejada e levar com a Caganita em cima de mim, a jogar no tablet. 16 kg em cima de mim, porque dá mais jeito.
Boa folga.

domingo, 14 de setembro de 2014

Domingos

Domingo é dia de petiscos. E até gosto de dias como o de hoje. Meio invernoso. Dia de estar na cama de papo pró ar e nada fazer....

A mãe chata.

"Mãe chata", diz-me uma caganita de 3 anos de idade e de olhos esbugalhados a olhar para mim. Com ar contrariado, de quem leva o mundo às costas.
Pois é. Sou chata, segunda ela.
Coitadinha. Nem sabe o que está para vir. Nem eu.